Almir Pernambuquinho, mais conhecido pela alcunha de "Divino
Delinquente", atuou por 12 anos nos principais clubes do país e do mundo,
colecionando títulos (e brigas homéricas). Chegou a ser chamado de Pelé branco.
Começou sua carreira no Sport de Recife, em 1956. Depois foi para o Vasco da
Gama. Em pouco tempo tornou-se ídolo da torcida, que aplaudia seus gols e se
excitava com seu temperamento forte. Há quarenta anos, quando não mais jogava
futebol, estava tomando um chopp com amigos em um bar em Copacabana. Na mesa ao
lado, estavam vários integrantes do Dzi
Croquettes, um
grupo completamente contracorrente, onde treze homens barbudos vestiam-se de
mulher para cantar e dançar em cima dos palcos, quebrando tabus.

“A história tem um lado bonito:
um machão como ele morrer defendendo um grupo gay”
Na minha opinião, não tem nadah de bunituh. Eh somente raro, aparentemente, mas muito triste, e talvez mais comum do q podemos imaginar... Assim como a gnt não deveria morrer, NINGUÉM deveria morrer por nós!
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